Mensagens

Novos projectos

Hoje foi um dia importante aqui pelas nossas bandas. Estamos na fase final de um grande projecto.
Foi inspeccionada e aprovada a instalação da Farmácia ANAMAR.
O grande projecto da minha mulher Ana Maria.
Agora só temos de esperar a entrega do alvará, arrumar medicamentos e preparar tudo para abrir.
O nosso lema passa a ser: "vivinhos, mas doentinhos..."
ajp

Sempre ao ataque

Encontrei no avatares de desejo um assunto que me interessa partilhar, e que tem que ver com o recente jogo Benfica-Sporting.
Diz este amigo que "hoje em dia quando vejo um Benfica-Sporting torço por quem ataca. Longe vão os tempos em que esmiuçava o calendário e a tabela classificativa para aquilatar das possíveis consequências para o Porto. (...)

Também estou para aí virado. Apesar de ser adepto do Benfica, o que entusiasma mais no futebol é uma boa jogatana. Com muitos ataques e golos se possível. E é para isso que este jogo foi inventado. É pena que isto não seja bem ensinado aos nossos jogadores, que creio, continuam a sofrer daquele síndroma do Paulo Futre. Na altura em que este jogava em Itália, dizia-se que o problema dele, é que era capaz de driblar cinco jogadores italianos dentro de uma cabine telefónica, mas era incapaz de encontrar a porta de saída.... [na altura as cabines telefónicas tinham portas]
ajp

A minha fé e os outros

De vez em quando temos de preparar aqui em casa (às vezes com outros amigos), temas para debate num grupo alargado de pessoas, que se reune uma vez por mês. Trata-se do Movimento Metanoia - Movimento Católico de Profissionais, a que pertencemos.

Desta vez vamos propor para este encontro (que será já na 6ª feira, 9.Jan.04), uma reflexão sobre o nosso caminho de aproximação ou afastamento à fé e ao transcendente.
Como é que chegamos à fé?

A fé é algo que é para cada um de nós, uma descoberta e pesquisa pessoal, ou estamos dependentes do caminho que nos é traçado por outros?
E se tem sido bom e estimulante para nós esta caminhada, como é que a vamos transmitindo aos outros?
Por exemplo, no nosso núcleo mais restrito, a família.

Como é que fomos transmitindo aos nossos filhos a nossa prática de fé?
Como ligamos a nossa vida à fé?
Na nossa vida profissional, perante os nossos colegas, clientes e fornecedores das nossas actividades, que testemunho damos da fé em Jesus Cristo que apregoamo…

Apanha nocturna de caracóis

Se fosse dia 1 de Abril... mas não. Estamos no início de mais um ano e o jornal Público brinda-nos com uma notável notícia que pode ajudar na recuperação da nossa economia.
E nestes tempos de grandes tecnologias, e da necessidade de formação profissional, afinal sempre nos podemos safar, apenas com um saco, uma lanterna e partir à noite à procura de uns bichinhos que andam aí pelas serras, no meio das pedras e arbustos.
A nossa vantagem é muito grande. É que eles, os caracóis, deslocam-se muito lentamente, e assim não teremos de correr muito para os apanhar.
Se eles sabiam isto lá por Bruxelas, já nos teriam retirado da lista dos mais pobres, tendo em conta a riqueza económica que anda aí pelas serras portuguesas.
E enquanto o caracol não for um animal em risco de deparecimento, é aproveitar...
O melhor é passar a andar com um saco. Nunca se sabe os caracóis que posso encontrar e talvez pagar a próxima bica.
ajp

Incêndios no Inverno, Cervejas no Verão

Afinal os incêndios do Verão passado prolongam-se até este Inverno.
Depois das casas e das matas ardidas, apareceram os helicópteros que sobrevoavam Lamego, em viagens turísticas e agora apareceram os jipes, que são oferecidos, mas afinal permanecem ao serviço dos antigos reis das águas.
Talvez seja de sugerir que no próximo Verão se combatam os fogos com cerveja...
ajp

Prendas

- O que é que estás à espera de receber no Natal?
- Oh amigo, com esta idade só me calham cuecas, cachecóis e peúgas...

Mensagens natalícias

Das diversas mensagens natalícia recebidas quero destacar esta, de um colega de trabalho, grande amante das coisas boas da vida, que pela sua actualidade quero partilhar com aqueles que por aqui passam para ler estes textos:

Caros amigos,

Há muitos anos, muito antes do aparecimento da televisão, do computador e do telemóvel, deu-se um acontecimento, de tal forma mediático, que, ainda hoje, rivaliza com as super-notícias que pululam pelos jornais das televisões, em horário nobre.

Na altura, nem os jornais da terra (a existirem) fizeram eco do nascimento. Embora, nascer, na altura, é que fosse notícia. E não morrer, como acontece hoje. Hoje, como sabem, morre-se a toda a hora na televisão. Seja na estrada, num filme de suspense com o serial killer de serviço, numa disputa de vizinhos em Freixo-de-Espada-à-Cinta ou num atentado bombista em Jerusalém e no Iraque. Morre-se a toda a hora, numa sangria desatada, dando ao mundo parecenças com um vulgar matadouro.

Os pais da criança, mudos d…