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País normal

Num país normal e democrático, o Presidente dissolvia o parlamento e no mesmo dia convocava as novas eleições, talvez no prazo de um mês.
Como estamos em Portugal e tudo isto é para ser em câmara-lenta, ainda se anda a discutir a data em que se irá dissolver o Parlamento, reunindo os partidos, o Conselho de Estado, e ainda por cima com uma Constituição, que para ajudar, empurra as eleições lá para meados Fevereiro, e um Governo que só estará em funções lá para depois da Páscoa.
E depois vem a eterna queixa da falta de produtividade dos trabalhadores portugueses.

o Natal mais cedo

O Natal chegou mais cedo, e o Santana não conseguiu lá chegar. Ou não fosse ele um sportinguista...

Constituição Europeia

Concorda com aquela estúpida pergunta, que afasta cada vez mais os portugueses deste tipo de política?
Se afinal o que querem é saber se estamos de acordo, ou não, com esta Constituição Europeia, para quê complicar a pergunta?

O último verão

Neste Verão que passou, foi tão grande a minha ocupação, que deixei para mais tarde a actualização deste espaço de reflexão, sobre o que nos rodeia.
Vamos voltar a falar. E não estamos sós. Como ouvimos recentemente, o nosso primeiro falar da vida boa que temos pela frente, mal posso esperar para reflectir nas coisas boas que nos esperam.
Assim que elas chegarem, cá estaremos para reflectir.

Raciocínios

Vamos lá confirmar se este é o raciocínio certo:

1 - Nas eleições europeias, debate-se o desempenho do Governo do País
2 - Nas eleições legislativas, escolhe-se o Presidente da Comissão Europeia
3 - Nas eleições autárquicas, escolhe-se o Primeiro Ministro!

É isto, não é?

Tempos Modernos

Temos um governo que quer ser moderno. Talvez até modernaço. Já se pensa em e-government. Ou seja os ministros não precisam de estar lá. Mandamum e-mail. Mas estas tecnologias ainda não chegaram ao aparelho de Estado. Ficamos agora a saber que o registo da tomada de posse dos ministros ainda é escrita à mão e sem rasuras... Já nem nos notários isso acontece. Eles já têm minutas em computador onde se fazem os acrescentos e alterações necessárias para o texto final.
Senhor Presidente já era tempo de automatizar estes registos e facilitar a vida aos governos que em cima da hora da tomada de posse já estão em remodelação.

Luís

A minha vida tem sido recheada de exemplos de amigos, que me foram marcando com o testemunho da sua vida.
Foi o caso do Luís Osório. Além de amigos também fomos vizinhos.
A doença que o acompanhou durante muito tempo, foi também a sua preparação para a Morte, que aconteceu recentemente.
No seu funeral recordamos o testemunho da sua vida e revivemos alguns dos seus escritos como sua herança.

No Verão passado num encontro com muitos amigos e face à pergunta:

Como é que Jesus é, para mim, experiência e caminho de espiritualidade?
Respondia o Luís assim:

Não sei se sou um crente (sou demasiado racionalista)
Não sei se sou “religioso” (acho que sou muito pouco)
Mas não tenho dúvidas é que sou cristão (com muitos defeitos, mas cristão)

A maneira como Jesus viveu
É, realmente, a grande luz da minha vida.


A sua vida foi um exemplo desta procura.