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Sempre a Descer

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Depois da 1ª experiência da caminhada em Montemor, decidimos ir em frente para novas caminhadas.
Como queremos que tudo seja fácil e agradável, vamos tentar que seja sempre a descer...
E no blog, entretanto criado, podemos acompanhar o evoluir destas caminhadas.

Na 2ª caminhada andámos na Serra do Louro, em Palmela.

Flores

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Encontrei esta obra de arte numa rua de Copenhaga.
Aqui fica a imagem para quem a quiser aproveitar.

Montemor

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Ontem foi dia de caminhada.
Éramos 31. Percorremos 10,3 km à volta de Montemor. Entre as 9:30 e as 14 h.
Depois almoçamos na Quinta da Fonte Santa

MONTEMOR
Subir ao monte, pramelhor ver a cidade
Nesta actividade vamos explorar os arredores de Lisboa, apenas a cerca de 5 km dos limites da cidade.
Vamos subir a um monte, na aldeia de Montemor, que fica entre Loures e Caneças. Até meados do século passado, eram aqui lavadas as roupas de muitas famílias de Lisboa, sendo transportadas pelas lavadeiras, retratadas no famoso filme "Aldeia da Roupa Branca".
Partiremos do início da povoação, e depois de um cafézinho matinal, subiremos até à ermida, onde existe uma Capela, que teve as suas origens no séc. XVII, em honra de Nossa Senhora da Saúde.
Aí ouviremos contar a história da origem desta capela, faremos uma pequena visita ao seu interior e admiraremos a paisagem.
Subiremos então um pouco mais, até ao alto do Mosqueiro (marco geodésico de Montemor, a 358 m) e teremos então oportunidade de …

A idade não perdoa

O meu pai, aí pelos 70 anos, disse-me para tomar conta das suas coisas. Já não queria decidir nada sem que eu soubesse.
Deveria o Mário Soares fazer o mesmo?

Será que a figura do Presidente da República se tenha degradado a ponto de poder ser um asilo para a 3ª idade.
Numa altura em que se fala cada vez mais na idade de reforma aos 65 anos, fará sentido ter candidatos mais velhos a colocarem-se à partida para as eleições?

e 3 meses depois voltamos à normalidade

Desde a última vez que aqui escrevi, ainda tivemos várias trapalhadas do governo, uma interminável pré e campanha eleitoral, com muitas promessas e boatos, e finalmente as eleições.
Depois devido à falta de legislação adequada, a precisar de um bom choque tecnológico, lá veio a contagem dos votos dos emigrantes, a tomada de posse do novo governo e agora, finalmente, vamos em frente com um rumo novo.
Poderá um país prescindir de 3 meses sem rumo definido?
Deveria ser também esta uma das prioridades do governo, de aprovar legislação adequada a uma tomada de decisões mais rápida.

País normal

Num país normal e democrático, o Presidente dissolvia o parlamento e no mesmo dia convocava as novas eleições, talvez no prazo de um mês.
Como estamos em Portugal e tudo isto é para ser em câmara-lenta, ainda se anda a discutir a data em que se irá dissolver o Parlamento, reunindo os partidos, o Conselho de Estado, e ainda por cima com uma Constituição, que para ajudar, empurra as eleições lá para meados Fevereiro, e um Governo que só estará em funções lá para depois da Páscoa.
E depois vem a eterna queixa da falta de produtividade dos trabalhadores portugueses.

o Natal mais cedo

O Natal chegou mais cedo, e o Santana não conseguiu lá chegar. Ou não fosse ele um sportinguista...