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Ele há coisa fantásticas, não há?

Regresso a casa depois de um fim-de-semana no Porto.
Paragem numa área de serviço da auto-estrada para desentorpecer as pernas e beber um café.
Já agora uma vista de olhos pelos jornais de domingo e comprar o Público.
Olhando à volta um escaparate com mapas das estradas.
Eis senão quando, encontro aquilo que decerto fará a alegria de qualquer condutor num domingo à tarde, na A1.

O mapa das estradas da República Dominicana.
[há mesmo coisas fantásticas por aí]

Referendo

Será que finalmente vamos deixar de criminalizar a incerteza, a dúvida e o desespero de quem, por vezes sem outra alternativa, não consegue ter um projecto de vida coerente para a semente que começou a germinar dentro de si ?
É esta a minha esperança.
E é urgente começar uma nova etapa em que se pense mais na saúde física e mental, e menos na (in)justiça, para ajudar a criar um projecto de vida.

Lisboa inesperada

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Algumas fotos daquilo que se pode descobrir em Lisboa.

A chuva de preços

Costuma-se dizer que há coisas que às vezes estão ao preço da chuva. E é isso mesmo que acontece agora com o preço dos chapéus de chuva, que se vendem às portas do Metro de Lisboa: "é a 2, 5 euros!!!, 2, 5 €!!!.
Já nem se vende um só chapéu de chuva...
É assim que se faz aumentar a produção na China.

A verdade

Uma verdade sim senhora.

"Não estou doente da cara, senhor Presidente"

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"Não estou doente da cara, senhor Presidente".
Terá sido assim que uma idosa em Lisboa, respondeu ao nosso Presidente, quando ele lhe disse "Mas vejo que está com bom aspecto", apesar da quantidade de medicamentos que tinha que tomar. [in Público, 11.Out.06]

É sabedoria que vem com a idade. E faz bem ao Presidente tomar mais contacto com estas realidades e assim sensabilizar outros poderes para actuarem.

Rabat

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Rabat, Marrocos