A minha fé e os outros

De vez em quando temos de preparar aqui em casa (às vezes com outros amigos), temas para debate num grupo alargado de pessoas, que se reune uma vez por mês. Trata-se do Movimento Metanoia - Movimento Católico de Profissionais, a que pertencemos.

Desta vez vamos propor para este encontro (que será já na 6ª feira, 9.Jan.04), uma reflexão sobre o nosso caminho de aproximação ou afastamento à fé e ao transcendente.
Como é que chegamos à fé?

A fé é algo que é para cada um de nós, uma descoberta e pesquisa pessoal, ou estamos dependentes do caminho que nos é traçado por outros?
E se tem sido bom e estimulante para nós esta caminhada, como é que a vamos transmitindo aos outros?
Por exemplo, no nosso núcleo mais restrito, a família.

Como é que fomos transmitindo aos nossos filhos a nossa prática de fé?
Como ligamos a nossa vida à fé?
Na nossa vida profissional, perante os nossos colegas, clientes e fornecedores das nossas actividades, que testemunho damos da fé em Jesus Cristo que apregoamos como nosso ideal?

Quando os outros são simplesmente o próximo, sabemos que como cristãos, o nosso comportamento deve ser exemplo e dádiva. Ficaremos alegres se nalguns deles virmos despertar a fé, mas sabemos que o mais importante foi o nosso contributo para que alguém viva um pouco mais feliz.
Mas será essa a nossa expectativa quando os outros são os nossos filhos?
De repente as crianças crescem e descobrimos que os nossos filhos se divorciaram da fé e deixaram de ver sentido na Igreja. O que é que se passou? Será que tudo o que fizemos deixou de fazer sentido? Aonde erramos? Será que erramos?
Será que nos resta alimentar a esperança de que ficou uma semente que mais tarde renascerá?


É uma outra forma de ocupar o tempo, junto de amigos, que gostam de se encontrar e discutir estas e outras coisas.
ajp

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