O Roupão da EDP [4]

Em Novembro passado, participei num dos grandes encontros de colaboradores da EDP, no Pavilhão Atlântico. O pessoal chama a este encontro, o Encontrão. Naquele em que participei estavam cerca de 3 000 trabalhadores. No final como é habitual houve uma entrega de prendas e desta vez, coube-nos um roupão branco, em turco, com o símbolo do sorriso da EDP.
O roupão lá ficou guardado em casa, mas sem grande utilidade. Pela manhã, depois do duche o que interessa é uma secagem rápida e vestir a farda do trabalho, fato, camisinha, gravata, etc. e tomar o pequeno-almoço e ala para o Metro para ir para o Marquês. A bem dizer nunca tinha utilizado o roupão para ficar refastelado em casa a secar de um qualquer mergulho na banheira.
Mas aqui no Hospital cada um dos intervenientes tem a sua própria farda. Os doentes vestem pijama e por cima, às vezes, um roupão ou robe. E é aqui que entra o roupão da EDP. E o jeito que ele me tem feito.

O facto de eu ter usado o roupão com o símbolo da EDP, além de ser fofinho e vir mesmo a calhar para depois do banho, acabou por ter outras implicações.
Perguntaram-me logo sobre como era isso dos moínhos que fazem electricidade, sobres as novas barragens.
Mas também me apresentaram reclamações: sobre as deficientes leituras dos contadores, para mais, claro, sobre um ramal para uma moradia que pediram um dinheirão, e de uma zona no interior em que falta a luz com muita frequência, etc. Lá vou dando as explicações possíveis.

É o risco que se corre quando se veste, não a camisola, mas um roupão da EDP
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