O Diagnóstico [2]

Mas na 6ª feira, 17 de Abril à chegada, fui logo ter com a Luísa Severina, para ver como poderíamos atacar isto de vez.
E fui mais uma vez ao Médico de Família da EDP, em Loures, dr. Manuel António, e foram mais uns dias dedicados radiografias, análises de sangue e urina, e com uma novo antibiótico. Na consulta de Pneumologia no Hospital Pulido Valente com a drª Ana Mineiro, ficaram despistados quaisquer problemas pulmonares, a que se juntam anteriores despistagens de quaisquer problemas ao nível biliar, próstata, rins, etc.
Uma crise de tosse e febre sem fim à vista e sem causa aparente.

Foi então que consultamos o cardiologista dr. Nuno Lousada que ao fazer em Eco-Cardiograma apontou logo para problemas agravados com o meu coração.
Ele já tinha problemas conhecidos, insuficiência aórtica, hipertensão, que vinham a ser acompanhados desde 2000 pela drª Susana Longo.
No dia seguinte, 5ª f, 23.Abril.09 fomos ter ao serviço de cardiologia do Hospital Pulido Valente para nova observação. Aí uma quebra de tensão, onde eu ia virando o boneco, levou-me para a UCI – Unidade de Cuidados Intensivos, acabou por apressar os restantes exames: novo Eco-Cardiograma, uma ETE – Eco Trans-Esofágica, e o conselho destes sábios (Nuno Lousada e Susana Longo) a que se juntou o dr. Rui Cordeiro, ficou logo definido o meu próximo futuro.

Uma Endocardite que teria de ser tratada no hospital com antibióticos injectáveis durante um mês e depois uma operação ao coração para recauchutar a máquina.

A propósito daquele exame, ETE, eu vou-vos contar. É apenas a introdução de uma sonda pela boca, por cima da língua e pelo esófago abaixo até chegar às cercanias do coração. Dá vómitos, é doloroso, mas dá imagens no ecrã, que servem para avaliar estes problemas.

O sacrifício é grande, mas tem de ser, e como se costuma dizer o que tem de ser, tem muita força.

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