NÃO SOMOS OBRIGADOS A ACEITAR O MUNDO QUE NOS DÃO

Às vezes pela internet chegam-nos histórias interessantes:

Um rabino pediu a Deus: "Deixa-me ir dar uma espreitadela ao céu e ao inferno." Deus satisfez-lhe o desejo e indicou-lhe como guia o profeta Elias.
O rabino foi então levado para a grande sala. No meio ardia um fogo que aquecia uma panela enorme com um cozinhado que enchia tudo com um aroma de criar água na boca. À roda deste apetitoso manjar estava muita gente. Cada pessoa tinha, na mão, uma colher muito grande, mas estavam todos com muito mau aspecto, esfomeados, macilentos, tristes.
E isto porque as colheres eram maiores do que os braços. Nunca conseguiam levá-los à boca. Tristes e desejosos frente a frente, com os olhos vazios.
O rabino foi então levado a uma outra sala, em tudo igual, a mesma panela enorme com óptimos manjares, muita gente à volta com colheres mais longas do que os braços. No entanto, via-se que era gente alegre, sã, cheia de vida. As conversas e as gargalhadas enchiam o lugar. Devia ser aí o Paraíso. Mas porquê?
É que ali, as pessoas estavam frente a frente. A grande colher de cada um servia para levar a comida à boca do outro.


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